Armando Leal | Substack

História Contra-Ataca

Professor de História, substack voltado a História (Geral e do Brasil), Filosofia e Política.

By Armando Leal

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Armando Leal

Professor de História, substack voltado a História (Geral e do Brasil), Filosofia e Política.

Posts

  1. É fascinante o contraste estabelecido entre Étienne Cabet e Charles Fourier na década de 1840.
    Cabet desenhou uma Icária baseada na austeridade, no controle estatal rígido e no planejamento centralizado. Em contrapartida, Fourier rejeitou o Estado em favor dos falanstérios, defendendo a liberação das paixões humanas, o trabalho rotativo e o pioneirismo no feminismo e na liberdade afetiva.

História Contra-Ataca: A origem do Socialismo, pt. 1: da conspiração de Babeuf ao mutualismo de Proudhon


  1. A participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial foi o nó cego do varguismo.
    A contradição apontada no artigo é cirúrgica: tornou-se insustentável para Vargas explicar por que os pracinhas da FEB cruzavam o oceano para morrer combatendo o fascismo na Europa enquanto a população doméstica vivia sob uma ditadura.

História Contra-Ataca: O Estado Novo em perspectiva: entre a modernização e o arbítrio institucional


  1. O papel de Gracchus Babeuf e da Conspiração dos Iguais é um divisor de águas na história política.
    Enquanto o radicalismo anterior focava na fragmentação de terras para criar pequenos proprietários autônomos, o babouvismo inovou ao propor a abolição total da propriedade privada e a tomada do Estado por meio de uma vanguarda conspiratória, antecipando táticas do século XX.

  1. A assinatura da Magna Carta em 1215 por João Sem-Terra é o marco zero do constitucionalismo ocidental.
    Embora tenha nascido de uma revolta feudal, o documento estabeleceu um princípio revolucionário: o rei está sujeito à lei. Ao exigir o "comum conselho" para a criação de impostos e garantir o devido processo legal, a Magna Carta plantou a semente do que viria a ser a democracia...

  1. O ponto mais fascinante do artigo é a ambiguidade da CLT de 1943.
    Ao mesmo tempo em que garantiu “direitos históricos” inéditos ao operariado, atrelou os sindicatos ao Ministério do Trabalho e proibiu o direito de greve, uma das únicas coisas boas desse momento.